Pois, não sabia em quem acreditar. Ora pensava que era tempo perdido continuar, ora julgava que a vida ainda tinha muitas surpresas agradáveis para revelar.
Ainda hoje não sabe muito bem em que acreditar, embora já tenha algumas luzes do que vai, ou pode vir, a acontecer. Está a custar muito.
Habita os dias como se fossem dela. Como se lhe pertencessem. Tem a capacidade incrível de ratificar com aquele esgar secreto e autêntico os meus membros, os meus gestos e até a minha própria existência, sobre a sua voz e o seu olhar.
Em certos tempos, pronunciar aquele nome era como afirmar a vida. Era nesses mesmos tempos a perífrase de tudo o que pudesse imaginar.
Era duramente impossível acreditar no passar das horas, observar o voar das notas que compunham qualquer que fosse a balada. Era completamente impossível encarar a sucessão das inspirações e não punha na mesa a possibilidade de haver qualquer respiração ou pensamento.
Cheguei à conclusão que quando pedia um tempo para balançar na vida, esse tempo não podia existir. Não havia maneira de me balançares.
Agarrava a sua mão para a tentar segurar. Para sentir aquele respirar no coração.
Deu tudo o que tinha?
Saltei.
Sonho.
Ainda assim, o espaço dela infiltrado no meu não magoa. Devia, mas não.
Por dentro somos sorrisos. Não faz sentido, compreende-se, e não troco por nada; É que aquele corpo é tão meu, e o meu já não é tão meu como dela.
"O que mata mais é não ver."
P.S. Há amores assim.
O que mais mata é não ver, é não ter, é saber, mas não poder. Neste momento, digo-te que nós por dentro somos feitos de mágoa e tristeza. Encontramos é no nosso caminho coisas e pessoas que nos fazem feliz, tal como eu encontrei em ti o meu apoio.
ResponderEliminarLucas Ribeiro
gosto do titulo! la la la la laaa..
ResponderEliminarxD
n te posso dizer muita coisa acerca do post, e sabes porquê.. mas, posso.te dizer para seguires o teu coração!
e sabes que os amigos estarão sempre para o que for preciso ;)