quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Estupidez nº 7 (não me apetece escrever outro título)

Hoje enquanto tomava um café pago pelo professor de geografia, lembrei-me de algo que podia ser interessante postar. Lembrei-me de postar uma lista das coisas que gostava de fazer durante a minha vida (algumas são muito improváveis, e outras até mesmo impossíveis, mas sonhar faz bem à alma!). Cá vai!

1- Ser um grande Inspector!
2- Ter um iate;
3- Atravessar o Mediterrâneo no meu iate;
4- Ter um avião particular;
4- Fazer queda livre;
5- Ter uma casa na praia;
6- Levar a Elisabete para os Himalaias e deixá-la lá;
7- Comer a Anne Hatthaway
8- Fazer uma viagem ao espaço;

Já tou farto de dizer o que quero fazer.

Hoje dei por mim a reflectir sobre o que tenho feito ultimamente.
Percebi que acho que em vez de avançar na idade, estou a regredir. Se não vejamos:

1- Comi Nestum de Mel com a consistência do betão. Fazia isto quando tinha 6 anos.
2- Brinquei com um Robô. Fazia isto quando tinha 8 anos (pilotava um avião)
3- Joguei Party & Co. Fazia isto quanto tinha 10 anos
4- Vi um álbum de fotografias. Fazia isto quando tinha 12 anos. Adorava álbuns!
5- No espaço de 1 hora, falei 3 vezes dos Teletubbies. Eles eram os meus melhores amigos quando tinha 6 anos.
Começo a ficar preocupado...

Conversa nº8

(no café)

Ela - Bem, vou andando para casa. Tenho que fazer...
Ele - Eu levo-te. Tenho o carro aqui perto...
Ela - Não é preciso. Já sabes que não gosto dessas coisas.
Ele - Que coisas?
Ela - Um homem a querer levar uma mulher a casa. Que machismo. Eu sei andar sozinha...
Ele - Não estava a ser machista, estava a oferecer-te boleia. Só isso.
Ela - Como se eu não te conhecesse.
Ele - Que mania de achar que é tudo machismo, tudo machismo. Só te estava a oferecer boleia. Se fosses um gajo também te oferecia, até porque está a chover lá fora.
Ela - Está a chover?! Olha, pois está. Vá lá, tens razão. Aceito a oferta.

conversa nº9

(ao telefone)

Ela - Então sempre podes vir aqui a casa hoje?
Ele - Posso mas não te consigo dizer a hora. Estou em casa à espera duma encomenda e também estou à espera que me telefonem para uma reunião. Não sei a que horas me safo.
Ela - Pronto, lá para as quatro eu espero por ti, então.
Ele - Eu disse que não te posso dizer a hora a que vou aí...
Ela - Pronto, lá para as quatro eu espero por ti...
Ele - Estás a ouvir o que eu estou a dizer?
Ela - Sim, mas depois às quatro falamos melhor.
Ele (só em pensamento) - Foda-se!

conversa nº10

(em minha casa depois do jantar)

Ele - Para sobremesa só tenho gelado de chocolate e gelatina de frutos silvestres...
Ela - Tens bananas?
Ele - Tenho uma.
Ela - Então quero gelatina e a banana. Mas a banana quero levá-la comigo, está bem?
Ele - Está bem... mas ficaste com fome?
Ela - Não, não. A banana não é para comer. É agora para a noite.
Ele - Estás a deixar-me intrigado. Queres mesmo levar uma banana para casa para a noite?
Ela - Sim, é para fazer uma máscara facial. Esmago-a muito bem e cubro a face com ela durante dez minutos. Depois tiro-a com água morna e seco a cara com uma toalha. Devias experimentar, fica-se com a pele tão macia.
Ele - Não, obrigado. Dispenso, mas fico mais descansado por quereres a banana para fazer uma máscara facial.
Ela - Havia de ser para fazer o quê?
Ele - Nada, nada. Queres café?


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